quarta-feira, 11 de junho de 2008

A nova metodologia dos Hoaxes

Todos já devem ter alguma vez recebido um e-mail contendo alguma história escabrosa, como a famosa história de que os livros de geografia dos EUA listam a amazonia como zona internacional, que o Hotmail ou o Orkut iam passar a ser pagos, ou lido algo do tipo em fóruns. A imensa quantidade de Hoaxes e mitos do gênero levou ao surgimento de sites como o Snopes.com e uma seção do QuatroCantos. Em resposta, boa parte dos Spams do gênero passaram a alegar que a história havia sido compravada pelo Snopes.com.

Polemica e Web

Graças a liberdade oferecida pela internet, blogs, fóruns e bbs acabam por vezes se tornando palco de polêmicas, por muitas vezes desmedidas, que só se agravam graças as ações dos chamados "Trolls". Exemplo disso foi a discussão a respeito do "racismo" exibido pelos jogos "Residente Evil 5" e "Loco Roco", a bizarra petição que havia surgido antes do lançamento de "O Senhor do Anéis: As duas Torres", A campanha ferrenha do advogado americano Jack Thompson contra gamers, só para listar algumas das mais curiosas.
Embora a Internet seja uma excelente ferramenta para suscitar discussões, como faz o site Novae, não é incomum as discussões saírem fora de controle, por vezes destruindo a significancia de algo poderia ter resultados concretos. no incidente do jogo RE5, aconteceu isso. Ambos os lados se ocuparam tanto de acusar o outro de racismo, ignorância ou exagero que o ponto todo foi perdido.

Sites de 'nicho'

Embora os grandes portais de notícias não sejam uma boa fonte de informação para interesses mais específicos, a Web permitiu o surgimento de publicações de nicho muito mais acessíveis e aprofundadas suas equivalentes impressas. Ótimos exemplos disso são os sites Kotaku, voltado para games, e Gizmodo, sobre "Gadgets".
Ao mesmo tempo que a especialização destes resulta em informação mais aprofundada que sites mais "gerais", a redução de custos da internet permite um volume de informação muito maior do que a de uma revista do genero, já que a preocupação com os custos de produção acabam se reduzindo.
Dentro desses nichos se encontram blogs ainda mais específicos, cujo conteúdo dificilmente seria publicado fora da web, como um Blog Feminista de Games. Esses nichos de interesse por vezes resultam em sites curiosos, como o Penny-Arcade, inicialmente um Web-comic, atualmente os comentários sobre games feitos pelos dois autores do site chamam mais atenção do que os quadrinhos em si.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Comentários e seus problemas.

Embora a possibilidade de comentários em videos, matérias e postagens na rede seja inegavelmente uma das mais significantes melhorias que a internet apresentou na relação entre autor e leitor, é preciso admitir que essa ferramenta, quando usada sem qualquer forma de moderação, ou quando fornecida via plugins mal programados, pode ter as suas vantagens suprimidas ou negadas pelos problemas.
Enquanto um dos carros-chefe dos benefícios dos comentários certamente é o blog do Nassif, onde os comentários, além de bem moderados, são usados como referência para os artigos, deve se lembrar também de casos como o portal G1, o site de games americano IGN, e o YouTube, onde a insuficiência da moderação nos comentários leva a uma enxurrada de postagens sem qualquer relação com o assunto, "guerras de insultos", Spam, e em alguns casos ameças.
Ocorre também casos como o blog de Reinaldo Azevedo, que faz uma moderação seletiva dos comentários, já que não há nenhum problema com se insultar os "Petralhas", mas critícas a ele são prontamente editadas, embora as vezes figurem tempo o bastante para começar o "Flaming", gíria das antigas BBSs para insultos.
A ferramenta de contários do Youtube gera outro problema : por ser dependente do Flash, quando à um grande numero de comentários, a ferramenta tende a causar slow downs e travamentos em alguns PCs quando se tenta visualizar todos os comentários.


Pedro Henrique Leal

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Estesis: Uma análise da interface

O que é visualmente agradável torna-se mais atraente. Esta afirmação não é nenhuma máxima, também pudera, mais senso comum do que esta, resta mais nada. Analisei as capas das versões eletrônicas de cinco jornais impressos de renome no Brasil. Considerados, até, os mais importantes do país: Folha de S. Paulo, Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e O Globo.
Sei que não sou alguém categoricamente habilitada para os pitacos que darei a seguir, mas não sei se para isso eu precisaria ser. Bom, sem mais floreios. Não estranhem, as críticas são estesis pura

Começo pelo mais bagunçado. O Globo é sem eira nem beira. Parecem ter espalhado o conteúdo solto, “soltinho”, ali. Há hierarquização das notícias, entretanto o sujeito que se arrisca pela barra de rolagem acaba se perdendo. É muita informação para dois olhos cansados. Nada sóbrio.
Em terceiro lugar... A Folha. O mais vendido, mais lido e etc. Hmmm que linda a foto de abertura. Olha uma “manchetona” que nem no impresso. Mas, o que é isso? Um, dois, três... comerciais. Muitos, não acham?

Em segundo lugar vem o Estadão. Mais arrumadinho. Manchete, foto “discreta”, comerciais são poucos e as notícias estão bem localizadas. Devidamente destacadas.
Em primeiro e merecido. O JB (Jornal do Brasil) é o mais organizado. O fundo azul deixa o site mais agradável. As editorias estão bem divididas. Há lugar para as charges, fóruns e enquetes. Há interação com o leitor e normalmente as discussões rendem boas opiniões. Pena o jornal abranger enfaticamente assuntos do cotidiano fluminense.
Bom, uma análise aparentemente fútil. Mas se vocês quiserem conferir, fiquem à vontade para me criticar.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

AN de plantão

Mudanças no impresso e mudanças no virtual. O A Notícia fez alterações significativas na sua página na web, incluindo-se no site do grupo RBS e modificando o seu formato. Há quem tenha gostado e há quem prefira a versão antiga. Eu, particularmente, achei que a nova interface facilitou a busca pela informação, além de ter ficado mais agradável aos olhos.

O que me chamou a atenção foi a inclusão da famosa “últimas notícias”, chamado de Plantão, que, mesmo curtas, ou por serem curtas, são o alvo da maioria dos acessos nos grandes portais. Porém, observando-as pude perceber que, em sua maioria, essas notícias são oriundas de agências. Das 29 notas incluídas até as 10h deste dia, mais da metade são internacionais e do eixo Rio-São Paulo. Apenas sete são relacionadas à Santa Catarina.

Uma justificativa é a necessidade de estar sempre alimentando esse ambiente com novas notícias, e isso faz com que apenas os acontecimentos locais não sejam suficientes para sustentar essas atualizações. Ao mesmo tempo, quando a seção das “mais lidas” é consultada, percebemos que lá estão apenas as escassas catarinenses, justamente porque o público do AN procura a proximidade que esse meio oferece, e que também é o seu diferencial perante os outros meios.



Postado por Rafaela Mazzaro

segunda-feira, 14 de abril de 2008

A interação na internet

Sabe aqueles dias em que você parece não ter nada a dizer? Pois então, estou nesse dia. E é justamente quando você pensa que não tem nada interessante para discutir que você acaba caindo nos assuntos mais óbvios. Sim. Todo mundo sabe que a internet possibilita que o internauta, não apenas receba informações, mas também participe na construção de muitas delas. E os espaços reservados para os comentários são os exemplos mais óbvios da interatividade.

Mas será que os usuários da rede têm consciência da importância dessa disponibilidade de interação?

Alguns realmente expõem suas opiniões, acrescentam dados, ajudam na correção de informações, criticam. Mas para outros esses espaços passam despercebidos.

A oportunidade de deixar de ser um receptor passivo e se tornar um receptor ativo, aquele que também faria vezes de emissor, é uma experiência que pode vir a contaminar os outros meios mais nitidamente. É claro que estamos sujeitos não apenas aos comentários relevantes, mas também àqueles desprezíveis. Porém, de forma alguma podemos deixar de ser a favor da liberdade proporcionada por esse tipo de ambiente. Então, não podemos deixar de usar, de forma saudável, o que pode ser uma das maiores conquistas do leitor de jornais on line.

Postado por Rafaela Mazzaro

segunda-feira, 7 de abril de 2008

O que é notícia no “Caso Isabella”

As mídias possuem espaço limitado. Nos meios impressos, o número de páginas. Na televisão e no rádio, o tempo de programação a ser respeitado. Contudo, na internet não há essa noção de espaço, pelo contrário, quanto mais notícias por minuto melhor. Mas será que ao ter tal liberdade, essa mídia não passa a dar informações que não são necessárias, ou fúteis, para os “navegadores”?

Um exemplo recente de cobertura intensa dos jornalistas é sobre o caso da menina Isabella que foi jogada de um prédio. O site Terra (http://www.terra.com.br/) dá cerca de oito novas notícias sobre o caso por dia, porém nem todos são relevantes

“Deprimida”, madrasta faz primeira refeição
Madrasta de Isabella não está comendo
Pai de menina recebe almoço

Esses exemplos constatam que por ter disponível um espaço ilimitado, a internet acaba se nutrindo com informações desnecessárias para satisfazer um sentimento de atualização constante.

Postado por Rafaela Mazzaro

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Viva uma noite em “Chega de Saudade”

Foi lançado na tela do cinema em todo o Brasil no mês de março, o filme “Chega de Saudades”. Por incrível que pareça não é sobre bossa nova ,como designa o nome à uma bossa de Tom Jobim.
O longa trata-se de uma história que acontece num baile de dança de salão. O enredo traz como objeto principal a dança de salão e sua trajetória , misturada com muita ginga e romance.
A cobertura no site do http://g1.globo.com/Noticias/Cinema/0,,MUL358198-7086,00-CRITICA+CHEGA+DE+SAUDADE+E+UM+BAILE+PARA+TODAS+AS+IDADES.html ,faz uma crítica do filme analisando o roteiro, os personagens marcantes , o elenco em geral, até a trilha sonora ,pontuando o cantor Chico Buarque ,citado pelo roteirista Luiz Bolognesi, em uma das entrevistas dada para o site dando a seguinte declaração em relação ao cantor : “Ele é a alma do filme. Sempre conversava que o clima do nosso filme era das músicas e das letras de Chico Buarque. Eu sempre pensava nele como um ponto de chegada".

Já o site http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/03/17/e17032503.html , faz uma abordagem começando com o discurso de que o longa se trata dos encontros e desencontros em um baile para a terceira idade. O JB faz sua observação então analisando as características do tipo de evento: o vestuário, os freqüentadores, os dramas pessoais dos personagens ao envelhecer e as músicas que embalam a gafieira.

Caros colegas aí está, uma oportunidade de conhecer um pouco da dança de salão através de um filme que acontece em uma noite de gafieira. Está aí nosso produto cultural.

Aprecie a cultura brasileira sem moderação.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Estudo revela que Internet ainda não mudou substancialmente a distribuição de informação

Segundo matéria publicada no dia 16/03/2008 no site do estadão, complemento de tecnologia, uma pesquisa do Project for Excellence in Journalism, publicada no site www.journalism.org (em inglês) dos Eua, desapontou aqueles que acreditavam em uma verdadeira democratização do acesso à informação com o advento da Internet.

O estudo comprova que a informação continua sendo gerado pelas grandes agências de notícia. Um quarto do que foi veiculado tanto nos meios tradicionais quanto em sites da Internet do mundo inteiro durante o ano de 2007 eram referentes aos eventos do conflito entre os EUA e o Iraque. Enquanto que notícias do resto do planeta correspondiam à 6% de todo o conteúdo da imprensa americana.

A pesquisa também mostrou que em média os jornalistas norte-americanos estão pessimistas em relação ao futuro da profissão. Em nível nacional mais de seis entre dez jornalistas com experiência de editoria e produção executiva acreditam que os rumos do jornalismo estão equivocados, adequando-se ao mercado em detrimento do compromisso com a qualidade.

postado por Tiago

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Usando Wiki para comentar clichês e convenções midiáticas.

O site TvTropes, um Wiki dedicado a listar as várias "normas, regras, clichês e conveções" narrativas, é digno de destaque pela maneira bem humorada, em muitos casos cômica que expõe exemplos desses padrões.
Embora não seja o seu foco, existem algumas sessões dedicadas aos "clichês" do jornalismo, como os presentes em notíciarios, incluindo a estranha "obsessão" que alguns telejornais tem por "animais fofos". E outras a respeito de Blogs, Wikis, e as chamadas "novas mídias". Embora o conteúdo do site não esteja disponível em português, a maneira como ele lista os chavões da mídia pode ser de grande utilidade para jornalístas.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Parece mentira

Ao cursar a disciplina de Redação Jornalística, aprendemos que um dos grandes pecados pelos quais pagaremos com alguns décimos a menos é a repetição de palavras. Se fosse por isso, o repórter - não identificado - do G1 responsável por cobrir o caso da menina, Isabela Nardoni, que caiu (provavelmente por um ato doloso, não se sabe de quem) do 6º andar de um prédio na Zona Norte de São Paulo, estaria reprovado. Melatti, Mick ou Assunção, não importa. A avaliação seria semelhante.

Em um texto com mais de 6.000 caracteres, o repórter repetiu a palavra menina 23 vezes. Nos 24 parágrafos que compõem a matéria, 15 detinham a "palavrinha". Não fosse pelo absurdo da história, talvez esse "errinho" estivesse mais aparente.

Mas por que o texto de internet se dá o direito de errar? Ele não quer tanto ter a mesma qualidade dos textos de meios impressos? Que tal discutirmos?

Leia a matéria

segunda-feira, 31 de março de 2008

Epidemia na internet

Não se sabe se foi uma questão de interpretação, uma armadilha do fetiche pela velocidade ou uma confusão do prefeito. Porém, a contradição entre as informações do site G1 e da Folha Online são visíveis nos títulos

G1 – Cesar Maia nega epidemia de dengue

Folha Online – Cesar Maia admite haver epidemia de dengue em Jacarepaguá

Só fico pensando como fica a cabeça do leitor depois de uma muvuca de informação como essa.


Postado por Rafaela Mazzaro

quarta-feira, 26 de março de 2008

Blogs de produção : Propaganda ou informação?

Não são poucos os artistas e produtores da "indústria cultural" quem vêm utilizando-se de blogs como uma ferramenta de propaganda, sob a guisa de informar o público do andamento do projeto. O diretor espanhol Pedro Almodóvar abriu hoje um blog a respeito da produção de seu novo filme, Los abrazos rotos.
Não é a primeira vez que Almodóvar faz isso, pois já o havia feito antes, com "Volver". A notícia do blog do diretor foi publicada no portal G1, que, dedicando apenas um pequeno texto da France Presse, não demonstrou qualquer preocupação com o significado disto.
Isto que o blog de um diretor bem conceituado é, de fato, algo digno de atenção. Porém o uso de blogs de produção tem sido cada vez mais comum, entre os quais Big Brother Brasil, o Projeto de animação baseado em um videogame, Castlevania, de Warren Ellis, A peça "Hitchcock Blonde", do grupo Vigor Mortis.

terça-feira, 25 de março de 2008

A espetacularização da "espiadinha"

A oitava edição do reality show Big Brother Brasil chega ao fim na noite de hoje. Mais um brasileiro "comum" irá se tornar milionário sem muito esforço. A disputa pela bolada concentrou-se no músico paulista Rafinha e na dançarina piauiense Gyselle. Mais uma vez, a audiência da tevê globo irá às alturas. Mas o que faz tal assunto ganhar tamanha importância a ponto de ocupar as capas de jornais e de sítios de cunho jornalístico?
Transferimos para o ambiente micro o que de mais macro ocorre na sociedade. Atualmente somos vigiados, muitas vezes sem nos dar conta, 24 horas por dia, sete dias por semana. O que se propõe o telespectador dos reality shows, se não tomar conta das atitudes de enjaulados seres humanos desocupados em busca de fama, dinheiro e reconhecimento por algum tipo de trabalho a contento do público do BBB?
O G1 (http://www.g1.globo.com) - site de notícias da Globo - floreia o "acontecimento" dando destaque na página principal. Destaque dado de maneiras diferentes, ou seja, abordagens variadas. O portal Terra (http://www.terra.com.br) não é tão apelativo quanto o G1, mas faz da disputa um assunto polêmico com declarações provocadoras de participantes desta edição.
A FolhaOnline (http://www.folhaonline.com.br) não dá tamanho destaque à final do programa, mas a localização não consegue esconder o interesse do público. A matéria sobre o BBB8 está na sessão "as + lidas".
A filósofa Marilena Chauí crítica o uso da intimidade das pessoas como objeto central do espetáculo em "Simulacro e poder - Uma análise da mídia".

Certamente , o ponto culminante da encenação e do simulacro foi alcançado pela rede de notícias CNN com a transmissão, ao vivo e em cores, da Guerra do Golfo, em 1991, tranformada em em festa de fogos de artifício, sem mortos nem feridos, sem dor e sem odor. Um entretenimento. (CHAUÍ, 2006. P. 20)



segunda-feira, 24 de março de 2008

O que os blogs deram e os jornais não

A partir do pressuposto de que os blogs estão se tornando não só um meio para expor opiniões, mas para informar com credibilidade e independência, é que observei dois blogs de jornalistas dentre os mais populares - Ricardo Noblat e Luis Nassif - e dois jornais de visibilidade nacional - Folha de S. Paulo e O Globo. A proposta era encontrar notícias nesses blogs que não apareciam nos sites dos jornais citados.

No dia 20 de março, foram feitas 14 postagem que seguem os critérios de noticiabilidade no blog do Noblat (http://oglobo.globo.com/pais/noblat/). Dentre elas, apenas quatro não foram mencionadas pela Folha. Por ser um blog lincado ao site O Globo Online, muitas notícias foram “chupadas” do jornal e seis delas de outros periódicos como O Estado de S. Paulo, Correio Brasiliense e a própria Folha de S. Paulo.

Já no blog do Nassif (http://luisnassifeconomia.blig.ig.com.br/), nenhuma das três postagens noticiosas podia ser conferida nos jornais mencionados.

Não se pode negar que o blog é uma forma de fugir desta cobertura feita por uma seleção que me parece tão semelhante, porém a independência que deveria ser a característica desses meios perde o sentido em determinados blogs. De que adianta abrir um blog para ler “Deu no O Globo” ou “Deu em O Estado”, a não ser se o jornalista incluiu algum dado novo?

Postado por Rafaela Mazzaro

quinta-feira, 20 de março de 2008

A partir da próxima semana (24-03-08), cada integrante do grupo ficará responsável por fazer uma postagem por semana.

Segunda-feira: Rafaela
Terça-feira: Lorena
Quarta-feira: Pedro
Quinta-feira: Tiago
Sexta-feira: Daniela

Beijos...

Rafaela Mazzaro