quarta-feira, 30 de abril de 2008

Estesis: Uma análise da interface

O que é visualmente agradável torna-se mais atraente. Esta afirmação não é nenhuma máxima, também pudera, mais senso comum do que esta, resta mais nada. Analisei as capas das versões eletrônicas de cinco jornais impressos de renome no Brasil. Considerados, até, os mais importantes do país: Folha de S. Paulo, Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e O Globo.
Sei que não sou alguém categoricamente habilitada para os pitacos que darei a seguir, mas não sei se para isso eu precisaria ser. Bom, sem mais floreios. Não estranhem, as críticas são estesis pura

Começo pelo mais bagunçado. O Globo é sem eira nem beira. Parecem ter espalhado o conteúdo solto, “soltinho”, ali. Há hierarquização das notícias, entretanto o sujeito que se arrisca pela barra de rolagem acaba se perdendo. É muita informação para dois olhos cansados. Nada sóbrio.
Em terceiro lugar... A Folha. O mais vendido, mais lido e etc. Hmmm que linda a foto de abertura. Olha uma “manchetona” que nem no impresso. Mas, o que é isso? Um, dois, três... comerciais. Muitos, não acham?

Em segundo lugar vem o Estadão. Mais arrumadinho. Manchete, foto “discreta”, comerciais são poucos e as notícias estão bem localizadas. Devidamente destacadas.
Em primeiro e merecido. O JB (Jornal do Brasil) é o mais organizado. O fundo azul deixa o site mais agradável. As editorias estão bem divididas. Há lugar para as charges, fóruns e enquetes. Há interação com o leitor e normalmente as discussões rendem boas opiniões. Pena o jornal abranger enfaticamente assuntos do cotidiano fluminense.
Bom, uma análise aparentemente fútil. Mas se vocês quiserem conferir, fiquem à vontade para me criticar.

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